Postado por
Gleuber Militani
on 08/09/2009
Ainda que pouco me torne
Ainda que raso eu sonhe
Ainda que vago eu caminhe
Ainda que errado eu insista
Ainda que cego eu levante
Ainda que triste eu sorria
Ainda que mal eu escreva
Ainda que bem eu me sinta
Ainda que todos eu perca
Ainda que tolo eu pareça
Ainda que ela me esqueça
Ainda que inútil eu tente
Ainda que mesmo doente
Ainda que verdades eu invente
Ainda que o passado eu negue
Restará a beleza dos atos
Ainda que flores de plástico eu regue!
Postado por
Gleuber Militani
on 01/09/2009
... quantas primaveras são necessárias para se esquecer de um jardim?
Postado por
Gleuber Militani
... quando a vida nos deixa a sua sobra, todo canto é lar e qualquer canto é de tristezas e não sabemos ao certo se queremos que o tempo páre para sempre ou que passe mil anos em um segundo... é solidão, vontade estranha de apagar o passado e ser outra pessoa a quem sejamos eternamente desejados... a solidão não é quando não temos ninguém, mas sim, quando não pertencemos a ninguém!