"... para onde aponta a ponta do nariz está a linha do horizonte que divide almas. céu e mar não têm começo, misturam-se ao longe quando tudo está calmo. sem o ocaso, perde-se o fio da esperança de se ir além, perde-se a vontade de entender o acaso, algo concreto nesta sinestesia que rege a vida. a razão tenta, busca entender o que só coração pode ver... a natureza. em mimese segue o amor, que se traduz muitas vezes no doce de uma boca que fala muda ou no sorriso silencioso que nos desperta para vida. segue o amor que se reduz, enfim, na imensidão do mar e do céu sem fim... "

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